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    angelanatel

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    Escritora, professora, linguista e teóloga, há vinte anos envolvida no trabalho voluntário de produção de material e ensino. Licenciada em Letras - Português-Inglês pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR. Bacharel em Teologia pela Faculdade Fidelis, Curitiba/PR. Mestre em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR. Doutoranda em Teologia Exegese e interpretação da Bíblia) pela PUCPR. Cursos e publicações disponíveis: https://linktr.ee/angelanatel Endereço para correspondência: Caixa Postal 21030 Curitiba - PR 81720-981 Produção disponível em https://independent.academia.edu/AngelaNatel Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7903250329441047

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Leitura da semana: trecho de “Deus: uma biografia”, de Jack Miles.

Saiu o vídeo da leitura da semana! Corre lá conferir.
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De todas essas maneiras você contribui para meu sustento, tratamento médico e acompanhamento terapêutico, e ainda concorre a livros maravilhosos e ganha ou concorre a cursos.
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Figura antropomorfa feminina, possivelmente a imagem de uma Deusa.

Figura antropomorfa feminina, possivelmente a imagem de uma Deusa. Esculpida em presa de morsa (marfim) medindo 6,1 cm. Cultura pré-histórica Okvik (esquimó). Datada entre 200 AEC. e 100 EC. Encontrada em um monte de enterro, com restos arqueológicos da cultura, no estreito de Bering, Alasca,

Galeria de arte de Ontário, Canadá. 

Escaravelho coração

Escaravelho coração, decorado com o retrato de uma Deusa. Esculpido em pedra calcária verde, incisada, gravada na superfície inferior, com cinco linhas de símbolos e hieróglifos que provém do livro dos mortos. Datado entre 1570 a 1342 AEC. Dinastia XVIII. Egito Antigo.
Escaravelho coração era utilizado no processo de mumificação para ocupar o lugar do único órgão então incapaz de ser conservado, o “coração”. Destinava-se a evitar que o coração do defunto afirmasse algo que prejudicasse o seu portador no julgamento perante o tribunal dos mortos. Isso porque, segundo a crença dos antigos egípcios, a inteligência e a consciência residiam no coração.

Não recebi a bolsa desse mês – corte no Ministério da Educação. Se puder, adquira um curso ou ajude diretamente:

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Se quiser ajudar diretamente, meu pix é eetown@gmail.com

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Molde para cerâmica que retrata uma figura feminina segurando um bebê

Molde para cerâmica que retrata uma figura feminina segurando um bebê (moldes como este eram usados ​​por muitas outras culturas mesoamericanas para produzir cerâmicas em massa). Esculpido em pedra. Cultura Bahia de Caráquez. Datados entre 500 AEC. e 300 EC. Faixa costeira de Manabí, Equador.
Bahia de Caráquez era uma sociedade muito estratificada, dominada por uma elite de xamãs e mercadores. Sua economia girava em torno da agricultura, pesca e trocas de longa distância por mar e terra. 

“Você não paga minhas contas então não tem direito a controlar minha vida”. Mas se pagasse, poderia?

“Você não paga minhas contas então não tem direito a controlar minha vida”.
Entendo o sentido da frase, mas me pergunto: então pagar as contas de alguém compra também o direito ao cerceamento sexual, afetivo, político?
A falta de autonomia financeira vem sendo uma grande moeda simbólica de controle da sexualidade (especialmente de mulheres cis e pessoas LGBT). No contexto da família normativa, a moradia, alimentação e vestimenta frequentemente são usadas como chantagem emocional, como forma de coerção em diferentes dimensões.
“Será cobrado apenas um valor simbólico”, esse valor pode ser dos mais superfaturados que se pode ter.
O amor romântico, aliado ao machismo e racismo, a todo momento convoca uma renúncia de si, como se fosse egoísmo cuidar da própria saúde, dos próprios sonhos e projetos de vida.
Centenas de filmes e séries colocam como um grande dilema escolher entre uma oportunidade incrível de trabalho e namoro, entre uma chance ótima de estudo e o casamento.
Em relações LGBT é bastante comum que haja mudanças de cidade, de estado, de país, tendo como único motivo a paixão, tendo como única rede de apoio, a relação de namoro. Isso tende a criar uma situação de dependência não saudável, em que o término é adiado ao máximo a despeito da falta de qualidade da relação, como se terminando o namoro a pessoa “não tivesse mais nada”, como se assim “perderia tudo”.
A construção de projetos e planos coletivos é fundamental, mas a pior forma de coletivizar a vida é através da promessa do amor romântico.
Desconstruir essas formas de se relacionar é um gesto de autocuidado consigo e com o coletivo, pois cuidando de nossa saúde é que poderemos melhor contribuir para as lutas sociais.
Utilizemos nosso tempo sabiamente ❤
Postagem de Geni Nuñez – @genipapos no Instagram
Assista a live Descatequizar para Descolonizar, com Geni Nuñez em meu canal do Youtube (Angela Natel) – https://www.youtube.com/watch?v=mhtXVH-kO3I&t=2115s

Iconografia do sarcófago da múmia de Cleópatra.

Iconografia do sarcófago da múmia de Cleópatra. Datado do início do século II EC. Período Romano – Necrópole de Tebas (atual vila de Qurna), Egito Antigo.
A vila de Qurna foi construída sobre dezenas de tumbas do antigo Egito em uma área que fazia parte da grande necrópole de Tebas, na margem ocidental de Luxor, que é dividida em duas partes pelo rio Nilo.
Estima-se que, ao longo dos anos, moradores da vila escavaram as tumbas embaixo de suas próprias casas e venderam boa parte do que encontraram.
Falo sobre a importância de Cleópatra no entendimento dos textos bíblicos no curso “Apocalipse: texto e contexto (sentido e interpretação)”. Todos os que adquirirem este curso até 25 de dezembro concorrerão automaticamente ao livro “Apócrifos aberrantes, complementares e cristianismos alternativos – Poder e heresias!”, de Jacir de Freitas Faria, que será sorteado dia 25 de dezembro em live às 17h em meu canal no Youtube (Angela Natel).
Para informações e inscrição – ACESSE PELO LINK https://angelanatel.wordpress.com/2022/05/16/curso-apocalipse-texto-e-contexto-sentido-e-interpretacao/

Estatueta antropomorfa representando uma mulher

Estatueta antropomorfa representando uma mulher usando um capacete e carretéis de orelha, com vulva enfatizada. Confeccionada a partir de casca de conchas (spondylus). Cultura Quechua. Ela remonta ao ano 1480 EC. Atual Peru. 

Estatueta antropomorfa feminina. Escultura moldada em cerâmica.

Estatueta antropomorfa feminina. Escultura moldada em cerâmica. Cultura Tlatilco. Data entre 1100 e 600 AEC. Período Pré-Clássico. Encontrada no sítio arqueológico de Tlatilco, localizado na margem ocidental do lago de Texcoco no vale do México.

O que muitos não compreendem…

O que muitos não compreendem- ou não querem compreender – é que não podem exigir comportamento da gente sem entender o que passamos de fato.

Me afastei de pessoas da família, bem próximas, que pros outros se fazem de melhores pessoas, mas que comigo é como se eu simplesmente não pudesse ser quem sou.

Cansei de 43 anos da minha vida ter que mascarar sentimentos, calar gostos, sufocar crises, ser criticada em praticamente TUDO, desde a maneira de segurar um talher, até a roupa que uso ou as escolhas que faço para mim mesma.

Praticamente, para essas pessoas, é como se minha existência, como um todo, fosse um erro. Ainda que, de tempos em tempos, essas mesmas pessoas me mandem mensagens de amor, palavras de admiração. Na convivência, é outra história.

Piadas que para os de fora parecem apenas “brincadeirinhas”, são a ponta do iceberg que massacrou minha identidade a vida toda.

Então, que se f* a opinião de quem me conhece e de quem me desconhece, porque na minha pele só habita eu.

Quanto às questões de trabalho, se esquecem que sou professora, não vendedora. Então, tem sido um enorme desgaste o trabalho de “vender” meus cursos.

O que tenho recebido é uma verdadeira chuva de boas ideias e mais trabalho do que, de fato, ajuda. Portanto, o mínimo que solicito é respeito por quem sou e pelo que faço, porque gente privilegiada tem o hábito de pensar que por ter criado 12 cursos em um ano eu já deveria ter estabilidade financeira quando, na verdade, o que tenho é mais necessidade de trabalhar porque, como já disse, não sou vendedora, e boas ideias não ajudam, apenas somam no peso do que tenho que fazer.

Tenho pouquíssimos alunos, maravilhosos, mas que não são suficientes mais para cobrir minhas despesas e necessidades, principalmente com medicamentos. Criei cursos que eu desejava ter feito há 30 anos atrás. Cursos que todas os tipos de pessoas se beneficiariam se os adquirissem, e não apenas quem tem interesse na área. Convencê-las disso é difícil.

Além disso, não posso esquecer que tenho uma tese para terminar, sou estudante. Talvez, se você que leu até refletisse apenas antes de falar qualquer coisa, já ajudaria muito. Não preciso de boas ideias. Preciso de alunos, preciso de parceria na divulgação dos cursos, preciso de apoiadores no http://apoia.se/angelanatel e preciso de membros no meu canal. Isso ajuda muito.

Não preciso de julgamento, de comparação, muito menos de pessoas que se contentam que relacionamento é apenas dar um tapinha nas costas e dizer: “tá tudo bem” uma vez a cada 6 meses.

Se você chegou recentemente em minhas redes, será sempre bem vinde. Saiba que sou gente, e não vou abrir mais mão de ser quem sou por causa de mentes domesticadas a tratar tudo como apenas um negócio.

Angela Natel

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